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Funcionários de dois dos oito Centros de Atenção Psicossocial de Sorocaba (Caps), aproximadamente 50 pessoas, entraram em greve nesta quinta-feira (11) por atraso no pagamento, e também por falta de material de trabalho, como produtos de limpeza.

A diretoria do Sindicato Único dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Sorocaba e Região (Sinsaúde), aguarda posicionamento da Prefeitura para marcar nova assembleia. Somente casos de emergência e urgência eram atendidos.

A Associação Paulista de Gestão Pública (APGP), responsável pelos trabalhadores, em nota informou que “houve um desencontro entre a data prevista pela Prefeitura para efetivar o repasse à APGP, com a do pagamento dos salários dos nossos colaboradores, o qual depende exclusivamente dessa verba. Neste momento, estamos discutindo com a Prefeitura a solução desse problema e tão logo seja resolvido, efetuaremos os pagamentos”.

Já a Prefeitura, também em nota, informou que efetuaria nesta sexta-feira (12) o pagamento referente ao mês de março.

As unidades afetadas pela paralisação eram a Viver em Liberdade, no Jardim Prestes de Barros, e a Arte do Encontro, da Vila Progresso.

De acordo com funcionários da primeira, até mesmo produtos de limpeza estariam faltando, e além do pagamento atrasado, que era para ter sido efetuado semana passada, o recolhimento do FGTS também não estaria em dia.

Eles também comentaram que as residências terapêuticas estariam com poucos alimentos. Entre as duas unidades são cadastrados aproximadamente 2 mil pacientes.

O presidente do Sinsaúde, Milton Sanches, comentou que apura se a empresa estaria sem contrato com a Prefeitura. A Prefeitura foi questionada a respeito, mas não se manifestou.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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