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A Câmara Municipal de Sorocaba vota nesta terça-feira (19), em sessão extraordinária, o Projeto de Lei 198/17, que elimina 20 cargos de assessoria parlamentar comissionada, o que implica, na prática, na perda de um assessor para cada vereador, reduzindo de seis para cinco os funcionários de cada gabinete.

Além disso, para continuar exercendo as atividades parlamentares, os assessores precisarão de nível superior, diferentemente da atual realidade, em que se exige somente o nível médio. O salário à assessoria parlamentar com nível superior passa a ser de R$ 5.775,13; chefe de gabinete receberá R$ 7.218,94.

No entanto, os vereadores também votam a criação de sete novos cargos para funcionários concursados: dois para locutor-apresentador, um para operador de câmera, dois para operador de áudio, um para diretor de TV e um para assessor jurídico.

A medida, tida por diversos vereadores como paliativa, acontece após recomendação do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE), que julgou irregulares as contas do então presidente do Legislativo, José Francisco Martinez (PSDB), nos exercícios de 2012 e 2013, e reprovou, em parte, as contas do também presidente Cláudio do Sorocaba I (PR), no exercício de 2014.

Com receio de ter as contas reprovadas, o atual presidente, Rodrigo Manga (DEM), optou por colocar a discussão em votação e propôs as alterações que serão apreciadas pelo plenário na sessão extraordinária desta terça.

Fonte: Jornal Ipanema

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