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As placas ou tótens com nome e identificação de alguns prédios municipais estão apagadas ou danificadas em Sorocaba. É o caso, por exemplo, das placas de pelo menos três locais, sendo duas unidades de saúde da cidade e uma escola municipal.

Na Unidade Pré-Hospitalar (UPH) Zona Oeste, por exemplo, o letreiro com o nome do local também foi retirado.

Segundo moradores, na UPH Zona Oeste, que fica na avenida General Carneiro, no Cerrado, o letreiro com o nome do local foi retirado há mais de um ano e até agora não foi recolocado. As marcas das letras ainda são visíveis no prédio, mas de forma quase apagada. Além disso, a placa laranja colocada no local, também para identificação da unidade de saúde, está praticamente apagada por conta da ação do tempo.

Um aposentado que mora próximo à UPH afirma que isso dificulta a localização da UPH para quem é de outra região da cidade. Milton Tebet, 83 anos, disse que passa todo dia pelo local e faz tempo que o letreiro foi retirado. “Isso precisa ser arrumado, fica feio do jeito que está e dificulta para quem não sabe onde fica a UPH”, reclama.

Já na Escola Municipal Matheus Maylasky a placa laranja com o nome da unidade está toda pichada e bastante deteriorada, o que dificulta a identificação do local. Como a escola fica embaixo do viaduto Jânio Quadros, da rua Hermelino Matarazzo, quem não conhece a região pode passar por ali sem encontrá-la.

Vila Haro

Situação parecida ocorre na Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Haro, na zona leste de Sorocaba, onde a placa de identificação está completamente apagada. Ao passar em frente à UBS, quem não sabe a localização correrá o risco de não enxergar o nome, principalmente se estiver de carro ou de ônibus. O nome da unidade está escrito na parede lateral da UBS, mas que não ajuda muito para quem passa em frente.

Em nota, a administração municipal respondeu em agosto, ainda na gestão de José Crespo, que existiam projetos técnicos para a recuperação de prédios municipais, estabelecendo reformas e adequações, e também a substituição dos tótens. A reportagem também enviou questões à atual administração, de Jaqueline Coutinho, mas que não foram respondidas até ontem.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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