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Questionado pela CPI do diploma se teria impedido a vice-prefeita Jaqueline Coutinho ou a Corregedoria-Geral do Município de investigar as denúncias sobre a documentação escolar da ex-assessora Tatiane Polis, o prefeito José Crespo negou.

“Não pratiquei qualquer ato no sentido de impedir ou dificultar a investigação de denúncias sobre a referida assessora ou qualquer outra pessoa ou processo na alçada da Corregedoria”.

Crespo respondeu também que não impediu a vice de investigar: “Não proibi, apenas determinei que dali para frente a questão fosse centralizada na Corregedoria, o órgão credenciado para todas e quaisquer investigações internas da Administração Municipal”.

Perguntado sobre a nulidade da documentação escolar do ensino médio de Tatiane Polis, Crespo respondeu que não reconhece: “Não reconheço nulidade de diplomas dessa assessora. Tomei conhecimento de denúncias a serem investigadas, neste campo, através da vice-prefeita Jaqueline Coutinho, durante o mês de maio de 2017, quando a Corregedoria Municipal já estava investigando o caso, por provocação anterior do secretário de Gabinete Central, Hudson Zuliani”.

Em outra pergunta, questionado por qual motivo ele teria desconsiderado a denúncia trazida pela vice, Crespo novamente negou. “Não foram desconsideradas, pelo contrário: serviram para abrir, imediatamente, a segunda fase das investigações (nível fundamental) da Corregedoria”.

Perguntado qual argumento Crespo usaria para convencer a população de que não cometeu crime de prevaricação, o prefeito respondeu que “os munícipes conhecem a minha pessoa como agente público, incluindo o campo da probidade e lisura de procedimentos, e creio que esse atributo foi o principal motivo da minha eleição a prefeito; portanto, não necessitam serem convencidos pois já estão do meu lado”.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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