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Movimentos sociais e políticos já se articulam contra o projeto de lei do prefeito José Crespo (DEM), que pretende criar a Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública (CIP) em Sorocaba.

Entre eles estão os movimentos Brasil Livre (MBL), Direita Sorocabana e Contra a Corrupção (MCC), a corrente Livres do Partido Social Liberal (PSL) e o think tank (que são organizações ou instituições que atuam no campo dos grupos de interesse) Academia Liberdade, que criaram uma campanha de coleta de assinaturas na internet com a finalidade de pressionar os vereadores e o prefeito para que desistam da proposta de acréscimo do tributo às contas de luz. Até a tarde de ontem a campanha havia conseguido 581 assinaturas virtuais.

O link para a página é o seguinte: https://goo.gl/bntWDW.

De acordo com os líderes envolvidos na mobilização, há a possibilidade de se realizar na próxima semana um ato destinado a chamar a atenção da população para a causa.

Ítalo Moreira, idealizador da campanha e coordenador do MBL, afirmou que a CIP é indevida. “Já pagamos iluminação pública que está inclusa no IPTU (Imposto Predial Urbano e Territorial Urbano), que dispõe de 1% do IPTU apenas para custear a iluminação pública, conforme diz a lei nº 1.180, de 9 de dezembro de 1963”, diz ele.

Já o presidente da Direita Sorocabana, Davi Vieira, em vídeo divulgado na página do movimento, afirma que a cobrança de CIP, apesar de ter bases legais, é imoral. “O cidadão já é taxado pela iluminação pública quando paga o IPTU. Portanto, pode-se dizer que o contribuinte será bitributado. Cobrar uma pessoa duas vezes pelo mesmo serviço é de uma imoralidade sem tamanho.”

Manifestação hoje

O Psol programou para hoje, às 17h, uma manifestação contra a cobrança da CIP em Sorocaba. Antes do início da greve do transporte coletivo, o ato havia sido previsto para o Terminal Santo Antônio, na saída para o Centro.

Nota do partido diz o seguinte: “Entendemos que através desse novo tributo, o prefeito José Crespo (DEM) quer que a população sorocabana pague por seu cabide de 92 funcionários comissionados, penalizando a população.”

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul de Sorocaba

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