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Segundo a Cooperativa de Reciclagem de Sorocaba (Coreso) e a Central de Reciclagem, houve redução no volume de coletiva seletiva no município.

Com base nessas informações, a vereadora Fernanda Garcia (PSOL) questionou, ao governo municipal por meio de requerimento, quais foram os motivos para o recuo na coleta seletiva em Sorocaba.

Para Fernanda Garcia, a expansão da política de coleta seletiva de resíduos sólidos implica em progresso ao desenvolvimento econômico, uma vez que a cidade deixará de gastar com aterros e irá avançar em questões como sustentabilidade e geração de emprego e renda.

Inclusive, a vereadora tem um projeto de lei que trata justamente sobre a expansão da coletiva seletiva em Sorocaba.

Conforme o texto da propositura, apenas 8% dos domicílios são atendidos diariamente e 92% são atendidos três vezes por semana, de acordo com a Lei Municipal. “A expansão desses serviços implicará em ganhos econômicos, pois o município deixará de gastar para aterrar os resíduos sólidos. Em ganhos sociais, haverá geração de trabalho e renda, além de benefícios ambientais relacionados às práticas de reutilização e reciclagem”, explica Fernanda Garcia.

De acordo com reportagem do jornal Cruzeiro do Sul, a Central de Reciclagem recolhe atualmente 200 toneladas em média por mês, ante 210 a 300 toneladas por mês no ano passado. A Coreso já chegou a recolher 240 toneladas/mês em média, nos últimos anos, e este ano o volume é de menos de 100 toneladas. Os números de cooperados também ilustram essas perdas: eram 60 na Central de Reciclagem, ante os atuais 52; na Coreso eram 132 pessoas e agora são 32.

No requerimento, a vereadora do PSOL faz seguintes questionamentos à Prefeitura de Sorocaba: motivos para o recuo na coleta seletiva de Sorocaba; metas contidas no Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos estão sendo alcançadas; impactos dessa redução para a economia local; e valor repassado à prefeitura municipal à titulo de financiamento.

Fonte: Câmara Municipal de Sorocaba

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