Tags

Para começar a pensar o Carnaval 2018 o secretário de Cultura e Turismo, Werinton Kermes, recebeu, na segunda-feira (22), representantes das Escolas de Samba de Sorocaba.

O encontro, na sede da Secretaria de Cultura e Turismo (Secultur), marca o início das conversas para os desfiles do próximo ano tendo como base a avaliação dos carnavalescos sobre o evento de 2017 e as melhorias solicitadas para 2018.

Entre as principais reivindicações dos carnavalescos constam melhorias no transporte das escolas até o sambódromo, melhorias no trânsito dos arredores do evento e a volta de dois dias para o desfile das Escolas de Samba, considerando que este ano todas as agremiações desfilaram em um único dia.

Para o secretário, as críticas e reivindicações apresentadas pelos carnavalescos são pertinentes e, a partir de agora, é trabalhar em parceria a fim de solucionar esses pontos. “Começamos já em maio a pensar o Carnaval 2018 para que haja tempo de fazer um evento à altura da comunidade. Mesmo se não conseguirmos solucionar todos os problemas apresentados, certamente 2018 será bem melhor que o Carnaval de 2017”, falou Kermes. O secretário ouviu dos representantes que, apesar das críticas, o importante foi que conseguiram realizar o desfile em 2017 e ele serve como parâmetro para os próximos.

Impasse

Outro assunto debatido na reunião foi a questão do repasse da verba da Prefeitura às escolas. Sem uma entidade – como era a Liga Sorocabana de Blocos e Escolas de Samba (Lisobes) da qual se destituíram – o Poder Público não tem como repassar verba às agremiações e, por isso, os representantes das Escolas de Samba de Sorocaba afirmaram que irão procurar meios e orientações jurídicas para resolver essa questão e poder contar com o dinheiro para o evento em 2018. Vale lembrar que, de acordo com a Lei Municipal uma entidade precisa ter dois anos de atividade para poder receber verba pública destinada a festejos populares, que é onde o Carnaval se enquadra.

O secretário reforçou aos representantes que, mediante essa questão a Secultur não tem autonomia, no entanto, se dispôs a acompanhar de perto todo o processo das escolas referente a essa questão. “No que precisarem da secretaria já nos colocamos à disposição, no entanto, não temos muito que fazer sobre isso, pois se trata de uma Lei”, ponderou.

Fonte: Agência Sorocaba de Notícias

Anúncios