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O estudo para a reutilização do rejeito de mineração na produção de cimento, usando a lama vermelha armazenada na barragem da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), localizada na cidade de Alumínio, entra em fase de teste industrial e pode ser a saída de um problema que ganhou contornos catastróficos, diante do rompimento da represa de resíduos da mineradora Samarco — de propriedade da Vale e anglo-australiana BHP Billiton — em Mariana, Minas Gerais.

Se o projeto, que foi iniciado há dois anos e já teve aprovação dos testes em laboratório, for confirmado no piloto industrial, a lama vermelha depositada em Alumínio será reduzida em 60%.

A informação foi passada ao jornal Cruzeiro do Sul pela professora de física, poluição e radioatividade do curso de engenharia ambiental da Unesp/campus Sorocaba, Maria Lúcia Pereira Antunes, e confirmada pela assessoria de imprensa da Votorantim Metais (VM-CBA).

A professora Maria Lúcia, que é física de formação, afirmou que se houver comprovação do teste industrial o resultado da extração de um novo produto do resíduo de mineração será interessante para o Brasil.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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