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O PSDB crê na reeleição do prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) em 2016. O secretário municipal do Governo e Segurança Comunitária (SEG), João Leandro da Costa Filho, foi eleito o novo presidente do partido em Sorocaba na noite da última sexta-feira e declarou que Pannunzio só não será o candidato tucano na próxima eleição municipal se ele próprio não quiser, já que o PSDB, desde a instituição da reeleição, “tem por tradição garantir a oportunidade da reeleição ao mandatário”, afirmou.

No entanto, afirmou que tal discussão só ocorrerá no próximo ano, pois entende que, quem discute eleição com um ano de antecedência são os que não estão no exercício do poder.

“Não é estratégico e inteligente abrir essa eleição com muita antecedência”, declarou. A direção do diretório municipal teve chapa única e todos os 159 votos, na eleição promovida na sede do partido, no Jardim Saira.

O novo presidente do PSDB de Sorocaba disse que o primeiro desafio a vencer é a articulação do partido para a eleição a vereador. Afirmou que a presidente que passou o cargo a ele, a deputada Maria Lúcia Amary, já trabalhou ao longo dos seus últimos dois anos para fortalecer o quadro de candidatos à Câmara Municipal e essa articulação continua sendo o grande desafio neste momento. “Ter candidatos com boas condições de votos de todas as regiões da cidade, para que você tenha uma chapa boa de condições de ir para a Câmara Municipal”, declarou. Na mesma noite da última sexta-feira também houve a eleição da nova diretoria da Juventude Tucana.

De última hora

Mesmo havendo uma única chapa houve disputa por funções dentro da Executiva eleita na sexta-feira, segundo apurou o Cruzeiro do Sul. A reportagem apurou e publicou com antecedência que o ex-vice-prefeito no mandato de Vitor Lippi (PSDB), José Ailton Ribeiro, seria o vice-presidente, mas acabou ficando como 1º Vogal. Horas antes da eleição a reportagem apurou que, como João Paulo Nogueira Miranda, o JP, faria questão de ser o secretário, Valter José passou para a vice-presidência. Mas João Leandro descarta que houve qualquer imposição ou insistência para a definição dos nomes.

João Leandro afirmou que como o JP já vinha na condição de secretário, ele teria mais condições de permanecer na função da qual se exige muito mais e dessa forma, Valter José ficou como vice-presidente na chapa e José Ailton continuou na Executiva. “A Executiva é composta de sete membros, sem distinção, pois o voto é o mesmo e todas as deliberações que a Executiva faz tem que ter o quórum com o voto de todos”, declarou.

Segundo João Leandro, tanto Valter José como Ailton Ribeiro não teriam disposição para o cargo de secretário, pois trata-se de uma função burocrata na Executiva e por isso, ambos tinham o entendimento que JP teria as melhores condições. “Com esse entendimento tivemos que fazer esse remanejamento de outros lugares na Executiva, tanto para o José Ailton como para o Valter José”, disse João Leandro.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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