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Dotar uma cidade de estruturas que mudem para melhor a qualidade de vida de sua população é tarefa complicada. Exige desapego do governante, que no caso brasileiro tem o mau hábito de priorizar as iniciativas que podem ser concluídas e inauguradas no seu quatriênio – enquanto tais iniciativas, habitualmente, reclamam tempo superior ao de seu mandato.

Além do mais, o administrador deve estar preparado para suportar críticas dos que entendem ser ele dotado de poderes mágicos, capaz de fazer brotar de terra, de imediato, a obra pública desejada.

Entre a proposta de campanha e a ação de governo temos um período em que é preciso discutir o projeto, defini-lo, estimar custos com a maior precisão possível, levantar os recursos, promover a licitação. Também é indispensável, num país em que os empreendimentos governamentais muita vez embutem o temível custo de acidentes e perdas de vidas humanas, acompanhar rigorosamente a execução de cada obra.

Nesse contexto, obtivemos uma grande vitória neste início de semana ao assinarmos, com a Caixa Econômica Federal, três contratos que garantirão ao Município recursos do PAC da ordem de R$ 196,3 milhões a serem empregados da seguinte maneira: R$ 139,9 milhões para o sistema BRT – Ônibus Rápido; R$ 53,4 milhões para implantação da Estação de Tratamento de Água (ETA) do Parque Vitória Régia e R$ 9 milhões obras para recape e pavimentação, criando as condições necessárias para o cumprimento de três propostas de campanha.

Obtivemos os recursos porque, desde janeiro de 2013, cuidamos de criar a legislação compatível para consegui-los e de elaborar projetos consistentes que asseguram o uso correto dos financiamentos agora negociados.

As críticas, de certo, não vão cessar. Mas, também, não nos impedem de estruturarmos uma cidade melhor.

*Artigo publicado pelo jornal Bom Dia Sorocaba em 12 de junho de 2014

Fonte: Agência Sorocaba de Notícias

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