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Uma maratona diferente em São Paulo reuniu jovens programadores de computador na Câmara Municipal.

O Inspetor de Interesses foi criado na 1a Hackathon – Maratona Hacker da Câmara Municipal de São Paulo (mai/2012), baseado nas categorias atribuidas pela SGP4 (Secretaria de Documentação), descreve ao cidadão, todas às proposições de leis apresentadas por vereadores e vereadoras da cidade, de 1948 até 2012.

Veja o vídeo deta história em http://migre.me/94JNZ.

Parece que um foi feito para o outro: o computador e o hacker. Decifrador de códigos, ele é um programador que desenvolve novas ferramentas de informática para governos e empresas. Em geral, são jovens apaixonados que passam horas em frente à tela estudando o que parece ser incompreensível.

Pelo mundo afora, alguns hackers são motivo de pavor por invadirem o computador dos outros. “A imagem do hacker, da pessoa que conhece muito, foi associada erroneamente ao do cracker, que é a pessoa que faz o mal com o conhecimento que tem”, esclarece Vitor de Oliveira Colombo, de 15 anos.

Uma moçada foi convidada a participar de uma espécie de maratona de utilidade pública. Não são hackers para investigar, nem espionar ninguém. Eles vão ter 48 horas para desenvolver os melhores aplicativos que facilitem o acesso da população às informações da Câmara Municipal e da prefeitura de São Paulo.

Eles prometem que vai ficar mais fácil o cidadão acompanhar o trabalho do vereador em quem votou, os projetos, as votações e os gastos da Câmara e da prefeitura.

“Eu acho que a gente vai deixar um legado muito importante. Porque hoje os dados que a Câmara está abrindo estão mal formatados, têm muito problema”, explica o programador de computador João Batista Neto.

“A gente quer fazer uma coisa legal que a gente possa gostar e seja de bom uso para todo mundo”, diz o programador de computador Henrique Moody.

Até a meia-noite deste domingo (13), o plenário da Câmara ficou como um acampamento de hackers.

Fonte: Site da Globo – G1 em 12/05/2012

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