Não reparem na bagunça, faz pouco tempo que o ônibus voltou de viagem”, explica a jornalista Lívia Ascava enquanto sobe os degraus do Mercedes-Benz O-371 de 1989, grafitado por quatro artistas. Há pouco mais de um mês, o Ônibus Hacker, como é chamado, deixou seu estacionamento no bairro paulistano do Jaguaré, em São Paulo, e partiu rumo ao FISL (Fórum Internacional de Software Livre), em Porto Alegre. Parece papo de geek, mas por trás das viagens de Lívia e outras 30 pessoas se esconde um projeto social que busca mudar comunidades e até bairros por meio da tecnologia.
Hackers usam ônibus para difundir educação digital
04 terça-feira set 2012